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Redução da maioridade penal é defendida por Lula em

Lula defende a redução da maioridade penal para 16 anos em crimes hediondos e cobra apuração no STF. Confira agora os detalhes da entrevista.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, nesta quinta-feira (15), ser favorável à redução da maioridade penal para 16 anos em casos específicos de crimes hediondos. A declaração ocorreu durante entrevista à TV Globo, como parte da cobertura do segundo turno das Eleições 2026.

Ao ser questionado sobre o tema, o mandatário argumentou que a sociedade brasileira deseja punições mais severas para delitos graves. Contudo, Lula ponderou que o debate sobre a alteração da idade penal deve ocorrer de forma separada da tramitação da PEC da Segurança Pública, evitando misturar as pautas legislativas.

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Além disso, O presidente também abordou as suspeitas envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Lula defendeu que as denúncias sejam rigorosamente investigadas, ressaltando que a Suprema Corte deve ser um exemplo de ética e probidade para o país.

O chefe do Executivo revelou ter conversado três vezes com o presidente do STF, Edson Fachin, cobrando providências sobre o caso. Segundo o petista, é fundamental que a Corte apure todos os fatos para garantir a confiança da sociedade nas instituições.

Portanto, Durante a entrevista, o presidente destacou pontos centrais de sua visão sobre a administração pública e política externa:

Defesa da PEC da Segurança Pública para ampliar a atuação federal contra o crime organizado. Posicionamento sobre a necessidade de regras éticas mais rígidas para integrantes do Judiciário. Disposição para negociar tarifas comerciais com o governo Trump, mantendo a possibilidade de retaliação se necessário. Sobre a economia e as relações internacionais, Lula afirmou que busca um acordo comercial com os Estados Unidos, apesar das tensões recentes. Ele destacou que, embora o comércio com o país tenha sofrido redução, o Brasil diversificou suas parcerias globais.

Ao ser questionado sobre as dificuldades de sua gestão, o presidente assumiu a responsabilidade pelos resultados e pela rejeição enfrentada. Ele rejeitou transferir a culpa a terceiros, mencionando que o início de seu mandato foi marcado pela necessidade de recuperar estruturas governamentais desmontadas anteriormente.

Em relação à governabilidade, Lula relembrou que, apesar da composição do Congresso, conseguiu aprovar reformas importantes, como a tributária. Ele reforçou que a articulação política é essencial para o funcionamento do país e que seu governo buscou diálogo com diversas legendas.

A série de entrevistas da emissora continua nesta sexta-feira (16) com o candidato Flávio Bolsonaro (PL). Para acompanhar mais desdobramentos sobre o pleito, acesse a categoria de notícias políticas.

Fonte: rdnews.com.br